Num AIO ou boro o ar não abre com um anel largo: entra por um pino calibrado de frações de milímetro. Trocar de pino sem trocar de resistência é meio ajuste — e é por isso que a maior parte das builds fica morna, quente demais ou sem sabor. Esta página cruza 63 RBAs e bridges do mercado AIO — de originais europeus a produções SXK e Rekavape, incluindo modelos antigos que continuam entre os mais usados — com a coleção The GunSmith, pino a pino.
Escolha o seu RBA e o estilo de puxada. Devolvemos a carga The GunSmith exata, o pino, a potência, o líquido e a nicotina.
Cada ficha traz a escada de pinos de fábrica, o diâmetro máximo de coil que o deck aceita e a carga The GunSmith recomendada. Vire a ficha para ver a tabela pino a pino.
O pino define a velocidade do ar sobre a coil — e é essa velocidade que decide a viscosidade e a nicotina que o algodão consegue acompanhar.
O SS316L é a única liga da casa que lê temperatura de forma confiável. Num AIO com controle de temperatura isso muda tudo: acabam os dry hits e a coil dura o dobro. Aqui estão os números que você precisa colocar no mod.
| Estilo | Temperatura | Potência de teto | Nota |
|---|---|---|---|
| MTL fechado / clássico | 195–215 °C | 15–22 W | Com sais de nicotina, fica no limite inferior: acima de 215 °C o sal fica áspero. |
| MTL solto / rDL | 205–225 °C | 25–35 W | O teto de watts serve só para a rampa; quem manda é a temperatura. |
| DL restrito / aberto | 220–240 °C | 45–65 W | Acima de 240 °C você entra na zona em que o algodão começa a marcar. |
Ponto de partida para um AIO de bateria única. Suba ou desça 2 W de cada vez e pare quando o sabor abrir.